fabriciodolci.com.br
BLOGUEIRO DESNATURADO!!!
Buenas pessoas...como sempre ando meio relapso com meu blog, né...!!!
Eu até poderia dizer que por ter mais 3 blogs não posto tanto neste, mas não é verdade, pois os outros tem menos posts que este...rsssss
Enfim, vou colocar meus blogs aqui para vocês visitarem!!!
Cliquem nos banners para abrir os blogs...
Este em fase de testes ainda!!!

Blog com vídeos e jogos que eu curto!!!

Blog do meu casamento!!!
Neste na verdade é meu amor quem posta...

Fora algumas participações especiais por aí...
Como no blog(abandonado) T.P.M.
E o banner que fiz pro MUSAK e o layout do Joaninha Gourmet
TENHAM TODOS UMA ÓTIMA SEMANA...
beijos & abraços
Eu até poderia dizer que por ter mais 3 blogs não posto tanto neste, mas não é verdade, pois os outros tem menos posts que este...rsssss
Enfim, vou colocar meus blogs aqui para vocês visitarem!!!
Cliquem nos banners para abrir os blogs...
Este em fase de testes ainda!!!

Blog com vídeos e jogos que eu curto!!!

Blog do meu casamento!!!
Neste na verdade é meu amor quem posta...

Fora algumas participações especiais por aí...
Como no blog(abandonado) T.P.M.
E o banner que fiz pro MUSAK e o layout do Joaninha Gourmet
TENHAM TODOS UMA ÓTIMA SEMANA...
beijos & abraços
CONGONHAS
Inauguração: 12 de abril de 1936 aproximadamente 25.500 dias atrás
(não estou com paciência pra fazer contas exatas)...
Imaginem que a média de vôos por dia fosse 40 vôos,
sendo que nos dias de hoje a média era de mais de 40 por hora...
mais de 500 por dia, com certeza!!!
Bom, se fossem 40 vôos x 25.500 dias = mais de um milhão de vôos...
Na verdade essa minha preguiça de pensar e fazer contas
me impedem de mostrar que MILHÕES e + MILHÕES de vôos
já decolaram e pousaram em Congonhas...
Quantos acidentes foram registrados nesse aeroporto por falta de segurança?!?
Sinceramente não sei a resposta, mas com certeza não foram muitos...
Poderiamos colocar uma média de 1 acidente cada 1 milhão de vôos!!!!!!!!?
Quem acha que essa média é algo que deva dar tanto alarde levanta a mão?!?
Acidentes acontecem, homens bomba explodem, pessoas bêbadas fazem merda
no trânsito, crianças são sexualmente exploradas, milhões passam fome...
Enfim...
(não estou com paciência pra fazer contas exatas)...
Imaginem que a média de vôos por dia fosse 40 vôos,
sendo que nos dias de hoje a média era de mais de 40 por hora...
mais de 500 por dia, com certeza!!!
Bom, se fossem 40 vôos x 25.500 dias = mais de um milhão de vôos...
Na verdade essa minha preguiça de pensar e fazer contas
me impedem de mostrar que MILHÕES e + MILHÕES de vôos
já decolaram e pousaram em Congonhas...
Quantos acidentes foram registrados nesse aeroporto por falta de segurança?!?
Sinceramente não sei a resposta, mas com certeza não foram muitos...
Poderiamos colocar uma média de 1 acidente cada 1 milhão de vôos!!!!!!!!?
Quem acha que essa média é algo que deva dar tanto alarde levanta a mão?!?
Acidentes acontecem, homens bomba explodem, pessoas bêbadas fazem merda
no trânsito, crianças são sexualmente exploradas, milhões passam fome...
Enfim...
| Your Aura is Violet |
Idealistic and thoughtful, you have the mind and ideas to change the world. And you have the charisma of a great leader, even if you don't always use it! The purpose of your life: saying truths that other people dare not say Famous purples include: Mahatma Gandhi, Martin Luther King, Jr., Susan B. Anthony Careers for you to try: Political Activist, Inventor, Life Coach |
M.E.M.E. nr.1
Buenas pessoas,
fui convidado pela Van Luchi para participar deste "meme"
(ainda não encontrei definição para essa palavra)...
O tema é 05 músicas que estou ouvindo no momento.
Como a Van já distorceu tudo lá pelos lados dela,
colocando 5 + várias, vou colocar cinco músicas
que adoro ouvir sempre...e não necessariamente neste momento,
pois todos os dias ouço muitas músicas e demora dias pra
eu repetir alguma música que ouvi hoje...na realidade passo o dia
inteiro com o fone no ouvido, mas nem sempre estou prestando atenção
no que está tocando!!!
Fica até difícil escolher músicas pra essas listas, pois são tantas
que eu adoro...enfim, vamos lá:
PRIMUS (my name is mudd) - Excelente banda,
com o melhor baixista do mundo Les Claypool, um dos
caras que me fez tocar baixo, algo que infelizmente
não faço mais.
MR BUNGLE (the girls of porn) - Banda do ex-vocalista
do Faith No More, Mike Patton, que mistura de tudo, Jazz, Metal, Dance etc.
FRANK ZAPPA (murder by numbers) - com participação de Sting,
tocando uma música do Police...Frank Zappa nem tem o que falar,
um dos maiores gênios da música mundial...
FATBOY SLIM (praise you) - música que levanta até cadáver...
Fatboy Slim é um cara que faz um som eletrônico de muito bom gosto!!!
Fora os vídeoclipes maravilhosos...!!! Praise you é um deles...com um
grupo de dança fazendo umas danças muito sem noção na frente de um cinema...!!!
VENTANIA (cogumelos azuis) - velha e longa história...coisas do passado...
sujeito maluco que só ele!!!
"Mas eu não sou daqui, sou de outro planeta eu gosto é de cogumelo..."
Dá até vontade de continuar com essa lista...quem sabe um dia eu faça mais uma dessas...
Enfim, espero que ouçam as músicas e gostemde pelo menos uma...rsssss
Obrigado Van Luchi por me convidar
para participar deste meme...já o outro não sei quando responderei...rssssss
ps1.: Já que estamos falando de música, virei fã da Van Luchi e sua banda Mahalîlla,
portanto entrem no blog dela e ouçam as músicas que ela canta...!!!
ps2.:Não vou passar a bola pra ninguém, mas quem quiser fazer sua própria lista,
sinta-se a vontade...
BEIJOS & ABRAÇOS A TODOS!!!
fui convidado pela Van Luchi para participar deste "meme"
(ainda não encontrei definição para essa palavra)...
O tema é 05 músicas que estou ouvindo no momento.
Como a Van já distorceu tudo lá pelos lados dela,
colocando 5 + várias, vou colocar cinco músicas
que adoro ouvir sempre...e não necessariamente neste momento,
pois todos os dias ouço muitas músicas e demora dias pra
eu repetir alguma música que ouvi hoje...na realidade passo o dia
inteiro com o fone no ouvido, mas nem sempre estou prestando atenção
no que está tocando!!!
Fica até difícil escolher músicas pra essas listas, pois são tantas
que eu adoro...enfim, vamos lá:
PRIMUS (my name is mudd) - Excelente banda,
com o melhor baixista do mundo Les Claypool, um dos
caras que me fez tocar baixo, algo que infelizmente
não faço mais.
MR BUNGLE (the girls of porn) - Banda do ex-vocalista
do Faith No More, Mike Patton, que mistura de tudo, Jazz, Metal, Dance etc.
FRANK ZAPPA (murder by numbers) - com participação de Sting,
tocando uma música do Police...Frank Zappa nem tem o que falar,
um dos maiores gênios da música mundial...
FATBOY SLIM (praise you) - música que levanta até cadáver...
Fatboy Slim é um cara que faz um som eletrônico de muito bom gosto!!!
Fora os vídeoclipes maravilhosos...!!! Praise you é um deles...com um
grupo de dança fazendo umas danças muito sem noção na frente de um cinema...!!!
VENTANIA (cogumelos azuis) - velha e longa história...coisas do passado...
sujeito maluco que só ele!!!
"Mas eu não sou daqui, sou de outro planeta eu gosto é de cogumelo..."
Dá até vontade de continuar com essa lista...quem sabe um dia eu faça mais uma dessas...
Enfim, espero que ouçam as músicas e gostemde pelo menos uma...rsssss
Obrigado Van Luchi por me convidar
para participar deste meme...já o outro não sei quando responderei...rssssss
ps1.: Já que estamos falando de música, virei fã da Van Luchi e sua banda Mahalîlla,
portanto entrem no blog dela e ouçam as músicas que ela canta...!!!
ps2.:Não vou passar a bola pra ninguém, mas quem quiser fazer sua própria lista,
sinta-se a vontade...
BEIJOS & ABRAÇOS A TODOS!!!
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The Priest They Called Him - William Burroughs & Kurt Cobain
Segue um texto que eu adoro do William Burroughs...
Esse conta com a participação do Kurt Cobain na guitarra!!!
Se quiser ouça no vídeo do youtube e siga também no texto...
Mesmo se não entender inglês ouça a voz (sinistra) desse cidadão!!!
"Fight tuberculosis, folks." Christmas Eve, an old junkie selling Christmas seals on North Park Street. The "Priest", they called him.
"Fight tuberculosis, folks." People hurried by, gray shadows on a distant wall. It was getting late and no money to score. He turned into a side street and the lake wind hit him like a knife. Cab stop just ahead under a streetlight. Boy got out with a suitcase. Thin kid in prep school clothes, familiar face, the Priest told himself, watching from the doorway. "Remindsme of something a long time ago." The boy, there, with his overcoat unbuttoned, reaching into his pants pocket for the cab fare. The cab drove away and turned the corner. The boy went inside a building. "Hmm, yes, maybe" - the suitcase was there in the doorway. The boy nowhere in sight.
Gone to get the keys, most likely, have to move fast. He picked up the suitcase and started for the corner. Made it. Glanced down at the case. It didn't look like the case the boy had, or any boy would have. The Priest couldn't put his finger on what was so old about the case. Old and dirty, poor quality leather, and heavy. Better see what's inside. He turned into Lincoln Park, found an empty place and opened the case. Two severed human legs that belonged to a young man with dark skin. Shiny black leg hairs glittered in the dim streetlight. The legs had been forced into the case and he had to use his knee on the back of the case to shove them out. "Legs, yet," he said, and walked quickly away with the case. Might bring a few dollars to score.
The buyer sniffed suspiciously. "Kind of a funny smell about it." "It's just Mexican leather." "Well, some joker didn't cure it." The buyer looked at the case with cold disfavor. "Not even right sure he killed it, whatever it is. Three is the best I can do and it hurts. But since this is Christmas and you're the Priest..." he slipped three bills under the table into the Priest's dirty hand.
The Priest faded into the street shadows, seedy and furtive. Three cents didn't buy a bag, nothing less than a nickel. Say, remember that old Addie croaker told me not to come back unless I paid him the three cents I owe him. Yeah, isn't that a fruit for ya, blow your stack about three lousy cents. The doctor was not pleased to see him.
"Now, what do you WANT? I TOLD you!" The Priest laid three bills on the table. The doctor put the money in his pocket and started to scream. "I've had TROUBLES! PEOPLE have been around! I may lose my LICENSE!" The Priest just sat there, eyes, old and heavy with years of junk, on the doctor's face. "I can't write you a prescription." The doctor jerked open a drawer and slid an ampule across the table. "That's all I have in the OFFICE!" The doctor stood up. "Take it and GET OUT!" he screamed, hysterical. The Priest's expression did not change.
The doctor added in quieter tones, "After all, I'm a professional man, and I shouldn't be bothered by people like you." "Is that all you have for me? One lousy quarter G? Couldn't you lend me a nickel...?" "Get out, get out, I'll call the police I tell you." "All right, doctor, I'm going." Of course it was cold and far to walk, rooming house, a shabby street, room on the top floor. "These stairs," coughed the Priest there, pulling himself up along the bannister. He went into the bathroom, yellow wall panels, toilet dripping, and got his works from under the washbasin. Wrapped in brown paper, back to his room, get every drop in the dropper.
He rolled up his sleeve. Then he heard a groan from next door, room eighteen. The Mexican kid lived there, the Priest had passed him on the stairs and saw the kid was hooked, but he never spoke, because he didn't want any juvenile connections, bad news in any language. The Priest had had enough bad news in his life. He heard the groan again, a groan he could feel, no mistaking that groan and what it meant. "Maybe he had an accident or something. In any case, I can't enjoy my priestly medications with that sound coming through the wall." Thin walls you understand. The Priest put down his dropper, cold hall, and knocked on the door of room eighteen. "Quien es?" "It's the Preist, kid, I live next door." He could hear someone hobbling across the floor.
A bolt slid. The boy stood there in his underwear shorts, eyes black with pain. He started to fall. The Priest helped him over to the bed. "What's wrong, son?" "It's my legs, senor, cramps, and now I am without medicine." The Priest could see the cramps, like knots of wood there in the young legs, dark shiny black leg hairs. "A few years ago I damaged myself in a bicycle race, it was then that the cramps started." And now he has the leg cramps back with compound junk interest. The old Priest stood there, feeling the boy groan. He inclined his head as if in prayer, went back and got his dropper. "It's just a quarter G, kid." "I do not require much, senor."
The boy was sleeping when the Priest left room eighteen. He went back to his room and sat down on the bed. Then it hit him like heavy silent snow. All the gray junk yesterdays. He sat there received the immaculate fix. And since he was himself a priest, there was no need to call one.
Esse conta com a participação do Kurt Cobain na guitarra!!!
Se quiser ouça no vídeo do youtube e siga também no texto...
Mesmo se não entender inglês ouça a voz (sinistra) desse cidadão!!!
"Fight tuberculosis, folks." Christmas Eve, an old junkie selling Christmas seals on North Park Street. The "Priest", they called him.
"Fight tuberculosis, folks." People hurried by, gray shadows on a distant wall. It was getting late and no money to score. He turned into a side street and the lake wind hit him like a knife. Cab stop just ahead under a streetlight. Boy got out with a suitcase. Thin kid in prep school clothes, familiar face, the Priest told himself, watching from the doorway. "Remindsme of something a long time ago." The boy, there, with his overcoat unbuttoned, reaching into his pants pocket for the cab fare. The cab drove away and turned the corner. The boy went inside a building. "Hmm, yes, maybe" - the suitcase was there in the doorway. The boy nowhere in sight.
Gone to get the keys, most likely, have to move fast. He picked up the suitcase and started for the corner. Made it. Glanced down at the case. It didn't look like the case the boy had, or any boy would have. The Priest couldn't put his finger on what was so old about the case. Old and dirty, poor quality leather, and heavy. Better see what's inside. He turned into Lincoln Park, found an empty place and opened the case. Two severed human legs that belonged to a young man with dark skin. Shiny black leg hairs glittered in the dim streetlight. The legs had been forced into the case and he had to use his knee on the back of the case to shove them out. "Legs, yet," he said, and walked quickly away with the case. Might bring a few dollars to score.
The buyer sniffed suspiciously. "Kind of a funny smell about it." "It's just Mexican leather." "Well, some joker didn't cure it." The buyer looked at the case with cold disfavor. "Not even right sure he killed it, whatever it is. Three is the best I can do and it hurts. But since this is Christmas and you're the Priest..." he slipped three bills under the table into the Priest's dirty hand.
The Priest faded into the street shadows, seedy and furtive. Three cents didn't buy a bag, nothing less than a nickel. Say, remember that old Addie croaker told me not to come back unless I paid him the three cents I owe him. Yeah, isn't that a fruit for ya, blow your stack about three lousy cents. The doctor was not pleased to see him.
"Now, what do you WANT? I TOLD you!" The Priest laid three bills on the table. The doctor put the money in his pocket and started to scream. "I've had TROUBLES! PEOPLE have been around! I may lose my LICENSE!" The Priest just sat there, eyes, old and heavy with years of junk, on the doctor's face. "I can't write you a prescription." The doctor jerked open a drawer and slid an ampule across the table. "That's all I have in the OFFICE!" The doctor stood up. "Take it and GET OUT!" he screamed, hysterical. The Priest's expression did not change.
The doctor added in quieter tones, "After all, I'm a professional man, and I shouldn't be bothered by people like you." "Is that all you have for me? One lousy quarter G? Couldn't you lend me a nickel...?" "Get out, get out, I'll call the police I tell you." "All right, doctor, I'm going." Of course it was cold and far to walk, rooming house, a shabby street, room on the top floor. "These stairs," coughed the Priest there, pulling himself up along the bannister. He went into the bathroom, yellow wall panels, toilet dripping, and got his works from under the washbasin. Wrapped in brown paper, back to his room, get every drop in the dropper.
He rolled up his sleeve. Then he heard a groan from next door, room eighteen. The Mexican kid lived there, the Priest had passed him on the stairs and saw the kid was hooked, but he never spoke, because he didn't want any juvenile connections, bad news in any language. The Priest had had enough bad news in his life. He heard the groan again, a groan he could feel, no mistaking that groan and what it meant. "Maybe he had an accident or something. In any case, I can't enjoy my priestly medications with that sound coming through the wall." Thin walls you understand. The Priest put down his dropper, cold hall, and knocked on the door of room eighteen. "Quien es?" "It's the Preist, kid, I live next door." He could hear someone hobbling across the floor.
A bolt slid. The boy stood there in his underwear shorts, eyes black with pain. He started to fall. The Priest helped him over to the bed. "What's wrong, son?" "It's my legs, senor, cramps, and now I am without medicine." The Priest could see the cramps, like knots of wood there in the young legs, dark shiny black leg hairs. "A few years ago I damaged myself in a bicycle race, it was then that the cramps started." And now he has the leg cramps back with compound junk interest. The old Priest stood there, feeling the boy groan. He inclined his head as if in prayer, went back and got his dropper. "It's just a quarter G, kid." "I do not require much, senor."
The boy was sleeping when the Priest left room eighteen. He went back to his room and sat down on the bed. Then it hit him like heavy silent snow. All the gray junk yesterdays. He sat there received the immaculate fix. And since he was himself a priest, there was no need to call one.

Hoje começa a jornada de correrias e gastos...
Até que enfim vamos fechar com o buffet, na verdade
eu vou , pois a Sabrina já está prestes à dar umas
porradas na mulher lá...rssss
Aí, aí...vou casar logo mais...quem diria!!!
Quem quiser saber como nos conhecemos
a pouco mais de um ano CLIQUE AQUI ...
Mais uma "piadinha" retirada do blog como assim dois uisque? by bituca...
'mas ela tem peitão...'
'não interessa se ela tem peitão! tu tem que te casar com uma prima que nem eu. essa é a tradição da nossa família, sempre foi assim, por jesus.'
'mas as nossas prima paraibana não têm peitão... a inga tem.'
'a vida não é feita de peitão.'
'a inga é.'
'não interessa! lembra da tradição! a tradição! paiê! o duda não quer casar com uma prima paraibana como eu fiz! ele só fala dos peitão da inga!'
'peitão da inga? quem é inga?'
'a sueca que trabalha no zoológico, pai. eu amo ela. ela tem peitão.'
'peitão? qual o tamanho?'
'assim, ó.'
'minha nossa! tudo isso?'
'é, pai. eu amo ela.'
'casa com ela, ué.'
'paiê! tu tá esquecendo a tradição! a tradição!'
'é mesmo. tem a tradiçao. não pode, tem que casar com a tua prima paraibana.'
'mas pai, a inga tem peitão...'
'olha, se for desse tamanho mesmo, até pode dar uns amasso, sabonetinho, sabe como é, mas casar não, tem que ser com uma prima tua lá das paraíba.'
'nããããõ!' - chora copiosamente, gesticulando um par de peitões no ar.
'é isso aí, pai. bem dito.' - e pensa que se ele tem que agüentar uma paraibana sem peito, o irmão mais novo também deve.
'tudo bem, filhão. tudo pela tradição.' - e pensa num jeito de conseguir o telefone da inga, pra um sabonetinho.
'mas ela tem peitão...'
'não interessa se ela tem peitão! tu tem que te casar com uma prima que nem eu. essa é a tradição da nossa família, sempre foi assim, por jesus.'
'mas as nossas prima paraibana não têm peitão... a inga tem.'
'a vida não é feita de peitão.'
'a inga é.'
'não interessa! lembra da tradição! a tradição! paiê! o duda não quer casar com uma prima paraibana como eu fiz! ele só fala dos peitão da inga!'
'peitão da inga? quem é inga?'
'a sueca que trabalha no zoológico, pai. eu amo ela. ela tem peitão.'
'peitão? qual o tamanho?'
'assim, ó.'
'minha nossa! tudo isso?'
'é, pai. eu amo ela.'
'casa com ela, ué.'
'paiê! tu tá esquecendo a tradição! a tradição!'
'é mesmo. tem a tradiçao. não pode, tem que casar com a tua prima paraibana.'
'mas pai, a inga tem peitão...'
'olha, se for desse tamanho mesmo, até pode dar uns amasso, sabonetinho, sabe como é, mas casar não, tem que ser com uma prima tua lá das paraíba.'
'nããããõ!' - chora copiosamente, gesticulando um par de peitões no ar.
'é isso aí, pai. bem dito.' - e pensa que se ele tem que agüentar uma paraibana sem peito, o irmão mais novo também deve.
'tudo bem, filhão. tudo pela tradição.' - e pensa num jeito de conseguir o telefone da inga, pra um sabonetinho.
APRECIE COM MODERAÇÃO
Distúrbios inacabáveis ,
Inconscientemente versejados...
Verborragia andróide ,
Acefalicamente garimpada...
Gloriosamente anormal e
Altamente contagiosa...
Ç( çê – çê – rê – çê çê )
Ãhn?!?
Obrigado pela atenção!!!
Fabricio Dolci

regurgitando palavras sem nexo
este ser simples-complexo
que se considera um poeta
e não tira o cu da reta
quando é preciso escrever
ele não quer nem saber
se as pessoas vão gostar
ou simplesmente odiar
ele só quer se divertir
sem ter pra onde ir
e às vezes por muito pouco
é considerado muito louco
em uma estrada perdida
que dita o ritmo da sua vida...
the beginning of the end
hello there my friend
this is the beginning of the end
just tell me what you pretend
and i think you could send
a letter
or do you think is better
an e-mail
with a detail
of your miserable life
and would you please drop this knife...
Fabricio Dolci
2uisque
Já chego avisando que esse texto é gigantesco...
Peguei de um blog que não está mais ativo,
mas que eu adoro que é o como assim dois uisque? by bituca...
Quem tiver coragem manda ver...!!!
conga, a mulher gorila, maria, lis, e todas essas juntas
meio sentado, meio deitado em seu sofá de seu quarto-e-sala, o telefone tocou. não esperava ligação alguma, então atendeu com um certo receio.
'alô.'
'e aí, meu? tudo bom?'
'não, nada bom. tomei um trago ontem que nem te conto.'
'então não conta...'
'ah, vámerda.'
'olha só, eu te liguei pra dizer uma coisa que eu tô querendo falar há um tempo...'
'ah, não vai dizer que tu é puto também!'
'que nada, meu... tá de palhaçada comigo?'
'não, não. que que é, então?'
'eu nunca passei por isso antes, sabe? é um mundo novo que se criou pra mim, nesses últimos dias. eu fiquei boa parte da minha esperando que algo assim acontecesse e quando vi, tava lá, na minha frente, esse tempo todo. eu só tinha que enxergar e dar um empurrãozinho de nada. cara, tô feliz pra caralho... ah, maria... maria... tô apaixonado!'
'...'
'e aí, não vai dizer nada?'
'...'
'alô? tá aí ainda? alô?'
'tô, tô aqui. desculpa, eu cochilei.'
'puto! eu aqui me abrindo todo e tu nem ouvindo tava...'
'tava sim, tu tava dizendo que tava esperando um mundo novo e aí te deram um empúrrãozinho, algo assim.'
'não! nada disso! eu disse que tô apaixonado!'
'...'
'dormiu de novo?'
'não, isso foi perplexidade.'
'ééé... tu tem que ver como a minha mãe ficou quando eu contei...'
'imagino.'
'e aí, não vai dizer nada?'
'não sei. ela já liberou o anel?'
'caralho! que tipo de pergunta é essa?'
'mina apaixonada libera o anel. certo que libera...'
'ah, tá... eu nem peguei ela ainda...'
'como assim 'eu nem peguei ela ainda?''
'não pegando, ora. mas eu já me declarei e ela topou. só não quer que a gente faça aqui em casa por ausa da minha mãe, que é evangélica...'
'desde quando tua mãe é evangélica?'
'desde que ela viu que a gretchen também é. a gretchen sempre foi o modelo dela...'
imaginou a mãe do amigo come-ning de shortinho fazendo o piripiri. preferiu mudar de assunto. - 'tá, e onde tu vai traçar a mina, então? grana pra motel eu sei que tu não tem e eu não vou te emprestar.'
'aí é que tá... eu tava pensando...'
'ai, ai, ai.'
'sabe como é, eu não sou de pegar muita mulher, tu sabe...'
'sei.'
'pois é, daí eu percebi que tu me dá sorte pra essas coisas, sempre deu...'
'e.?'
'ahn, tu deixa eu levar ela aí?'
'mas nem fudendo! te lembra o que aconteceu da última vez que tu trouxe mulher pra cá pra casa? tu trouxe uma mocréia levitadora pro meu quarto, imundiciou os lençol tudo que eu tive que mandar desinfetar junto com o colchão, e eu ainda fiquei com fama de viado depois que o davi te viu usando a calcinha da mocréia na minha sala! eu nunca mais peguei ninguém depois daquela vez, a gente deixou de ganhar uma grana com a mocréia levitadora e eu ainda tive que dar um vale-transporte pro bicho ir embora daqui de casa! e o pior, ela deve achar até hoje que eu brochei com ela, e não tu! tu brochou e eu levei a fama! e agora quer trazer uma sei-lá-o-quê que tu te apaixonou pro meu apê! sem noção, ô!'
'pô, cara... eu já disse que foi mal... dessa vez vai ser diferente...'
'é? tu vai trazer uma ariranha pra cá? é isso? desisitu de pegar mulher e partiu pros bestialismo?'
'quéisso, meu... não exagera... ela nem é feia... a maria é gatinha...'
'não.'
'pô, eu te deixo ficar uma semana com o playstation.'
'não.'
'tá, duas semanas, mais o tekken.'
'nada feito.'
'assim fica difícil.... um mês com o playstation, tekken, winning eleven, e ainda faço teus trabalho do semestre.'
'hmmm, tá. mas eu quero ver a mina.'
'e como eu faço isso?'
'simples. tu traz ela aqui, eu te deixo a chave e vou dar uma banda. depois tu liga pro celular do edinho que eu vou tar com ele num boteco, eu volto e tu me devolve a chave e leva a ariranha embora. rararararararararraarararararararrararara!'
'pô, não fala assim dela...'
'tá, desculpa. feito o carreto?'
'tá legal... daqui a pouco eu chego aí.'
'como assim daqui a pouco?'
'eu já tinha combinado tudo com ela. tava só espreando tu dar o pronto...'
'mas que puto! tá, tá. faz assim, já traz o play junto.'
'certo. eu só queria te fazer mais uma pergunta...'
'lá vem bronca. vai dizer que não tem camisinha?'
'não, isso eu tenho de monte. tu nem sabe, a mina tá numa fissura...'
'que que é, então?'
'eu ia perguntar se tu viu a levitadora outra vez depois daquilo...'
'vi, num circo, uns dia depois.'
'num circo?'
'é, ela tava trabalhando lá.'
'de levitadora?'
'não, ela era o gorila do número da conga.'
'sério?'
'arrã.'
'...'
'e aí?'
'nada... tava pensando no que tu falou agorinha... tu disse que não pegou mais mulher depois da vez da levitadora...'
'é, eu disse. e daí?'
'ué, como e daí? e a tal de lis que tu diz que pega direto?'
'ah, mas a lis eu só pego quando ela tá muito de trago. aí não vale'
'e o anel?'
'que anel?'
'o da lis, cara... já foi?'
'foi. três vez.'
'então ela tá muito apaixonada...'
'pode até ser, mas isso é só quando ela tá de trago. eu acho que se ela tá apaixonada, tá apaixonada por uma ceva. aliás, por um monte de ceva. tem que ver o que eu gasto pra pegar essa mina.'
'tá, tô indo aí.'
'não esquece o tekken.'
'podicrê...'
* * * * *
acordou com um ruído de cigarra ao longe, enquanto fugia de conga, a mulher gorila, que o perseguia levitando. olhou em volta, estava em seu sofá, ainda. na mesma posição, e com a mesma dor atrás dos olhos. interfone. era esse o ruído de cigarra que o salvara da conga. ainda bem. levantou-se, soltando um ai seco pela dor que sentia no corpo todo agora, cochilara desde que desligara o telefone, e imaginava se a conversa que tivera não fora um sonho. pensou em ligar pra lis. interfone.
'tá, tá, tá! já vai, porra.'
'e aí, meu?'
'sobe.'
terminou o copo de leite de um só gole, engolindo junto duas aspirinas e logo bebendo um pouco da sidra aberta na geladeira quase vazia. antes de atender à porta, ainda pegou uma fatia de presunto velho e ressecado, escurecido, que havia no plástico protetor mal fechado.
'ôpa...'
'ôpa. cadê a mina?'
'tá pagando o táxi. já vem. onde eu deixo o play?'
'ali, ó, do lado da tevê. táxi?'
'trouxe o tekken. é, táxi. ela não gosta de andar de ônibus...'
'parece a lis... tekken, massa. e a mina, é gostosa?'
'caralho! tem uns peitinho pequeno e durinho, não precisa sutiã nem vento... cabelo pretinho, pretinho, olhão castanho, um tesão!'
'parece a lis, até.'
'é mesmo?'
'arrã. a lis tá sempre de sainha curta, blusinha apertada, igual aquela mina que vem subindo as escada ali.'
'ah, aquela ali é a maria, a mulher da minha vida..'
'...'
'que foi? perplexo? gostosa ela, não? me dei bem...'
'caralho! aquela ali é a lis!'
'oi, tudo bom? maria elisa. peraí, tu não é o...'
'sou eu mesmo. que porra tu tá fazendo aqui? e a mina dele, cadê?'
'essa é a minha mina...'
'não! essa é a lis! a minha lis!'
'tua nada, palhaço. eu sou só minha.'
'putaqueteospariu! não pode ser! lis!'
'maria elisa.'
'por que tu não me disse que teu nome é maria elisa?'
'e tu peguntou, por acaso? tava sempre mais preocupado em me encher o rabo de cerveja pra tentar me comer.'
'como assim tentar? eu já te comi de tudo que foi jeito!'
'mas bem capaz! só se eu tivesse muito mamada!'
'mas tu tá sempre mamadaça quando eu te como!'
'ah, tá. vai querer me passar esse godô, agora? eu não ia pra cama contigo nem que fosse a gretchen!'
'ô, maria, não fala assim. minha mãe curte a gretchen...'
'azar o da tua mãe, seu bosta! o que que é isso? por acaso vocês dois tão de conchavo pra tentar me comer, é? é isso? e agora o que iam fazer, botar boa-noite-cinderela na minha bebida?'
'não é isso, lis.'
'maria elisa.'
'tá, que seja. não é isso. ele disse que tá apaixonado por ti. mas quem te pega sou eu! eu!'
'nunca! mentiroso!'
'ih, ele disse que tu até liberou o anel...'
'liberei o anel? como é? só mulher apaixonada libera o anel, todo mundo sabe disso! cachorro!' - tapa.
'peraí, foi três vez! e tu gostou!' - esfregando o rosto.
'ra! nojento!' - tapa. esquiva.
'maria, não fica assim. foi tudo mal-entendido...' - tentando segurar os braços dela.
'mal-entendido são vocês, de mulher! eu vou é embora. se quiserem, podem ficar se comendo aí à vontade, que comigo não tem jogo! vê se eu posso com isso!' - desvencilha-se.
'não faz assim, maria...'
'pô, lis, depois de tudo...'
'maria elisa! tchau pra vocês. e tu aí, tu me deve doze pila do táxi.'
'topa uma ceva na terça?'
'vão se fuder vocês! longe de mim!'
e desceu as escadas, a saia subindo a cada passo e ela ajeitando a cada três, furiosa. ficaram os dois ali, um com a mão no rosto, o outro, tão arrasado quanto, tirando os óculos pra deixar escorrer uma lágrima tímida. o silêncio voltou, quando o último degrau foi pisoteado pelo salto dela, lá embaixo.
'caralho, fudeu tudo...'
'nem me fala. ai, minha cabeça. que mão pesada. gozado que quando ela bate uma pra mim a mão não parece tão pesada.'
'...'
'não fica assim, cara. mina aparece, sempre. essa lis é uma chinela.'
'é, as que aparecem ou são levitadora ou liberam o anel pra ti quando tão de trago... merda de vida...'
'não fica assim. e agora é mulher gorila levitadora, não esquece.'
'tá, eu sei o que ela é... será que a maria vai me ligar de novo?'
'rarararararararararararararararararararararararararararararararararararararararararararararaa!'
'pô, não faz assim comigo, meu...'
'foi mal. não güentei. rerere.'
'...'
'foi mal, cara.'
'tá, tudo bem... que que a gente faz agora?'
'pois é. bom, eu tenho sidra e presunto na geladeira.'
'não gosto de presunto...'
'ah, é. esqueci.'
'...'
'sidra?'
'vamo...'
'tekken?'
'vamo! o eddie gordo é meu!'
'só deixa eu pegar mais umas aspirina antes.'
Peguei de um blog que não está mais ativo,
mas que eu adoro que é o como assim dois uisque? by bituca...
Quem tiver coragem manda ver...!!!
conga, a mulher gorila, maria, lis, e todas essas juntas
meio sentado, meio deitado em seu sofá de seu quarto-e-sala, o telefone tocou. não esperava ligação alguma, então atendeu com um certo receio.
'alô.'
'e aí, meu? tudo bom?'
'não, nada bom. tomei um trago ontem que nem te conto.'
'então não conta...'
'ah, vámerda.'
'olha só, eu te liguei pra dizer uma coisa que eu tô querendo falar há um tempo...'
'ah, não vai dizer que tu é puto também!'
'que nada, meu... tá de palhaçada comigo?'
'não, não. que que é, então?'
'eu nunca passei por isso antes, sabe? é um mundo novo que se criou pra mim, nesses últimos dias. eu fiquei boa parte da minha esperando que algo assim acontecesse e quando vi, tava lá, na minha frente, esse tempo todo. eu só tinha que enxergar e dar um empurrãozinho de nada. cara, tô feliz pra caralho... ah, maria... maria... tô apaixonado!'
'...'
'e aí, não vai dizer nada?'
'...'
'alô? tá aí ainda? alô?'
'tô, tô aqui. desculpa, eu cochilei.'
'puto! eu aqui me abrindo todo e tu nem ouvindo tava...'
'tava sim, tu tava dizendo que tava esperando um mundo novo e aí te deram um empúrrãozinho, algo assim.'
'não! nada disso! eu disse que tô apaixonado!'
'...'
'dormiu de novo?'
'não, isso foi perplexidade.'
'ééé... tu tem que ver como a minha mãe ficou quando eu contei...'
'imagino.'
'e aí, não vai dizer nada?'
'não sei. ela já liberou o anel?'
'caralho! que tipo de pergunta é essa?'
'mina apaixonada libera o anel. certo que libera...'
'ah, tá... eu nem peguei ela ainda...'
'como assim 'eu nem peguei ela ainda?''
'não pegando, ora. mas eu já me declarei e ela topou. só não quer que a gente faça aqui em casa por ausa da minha mãe, que é evangélica...'
'desde quando tua mãe é evangélica?'
'desde que ela viu que a gretchen também é. a gretchen sempre foi o modelo dela...'
imaginou a mãe do amigo come-ning de shortinho fazendo o piripiri. preferiu mudar de assunto. - 'tá, e onde tu vai traçar a mina, então? grana pra motel eu sei que tu não tem e eu não vou te emprestar.'
'aí é que tá... eu tava pensando...'
'ai, ai, ai.'
'sabe como é, eu não sou de pegar muita mulher, tu sabe...'
'sei.'
'pois é, daí eu percebi que tu me dá sorte pra essas coisas, sempre deu...'
'e.?'
'ahn, tu deixa eu levar ela aí?'
'mas nem fudendo! te lembra o que aconteceu da última vez que tu trouxe mulher pra cá pra casa? tu trouxe uma mocréia levitadora pro meu quarto, imundiciou os lençol tudo que eu tive que mandar desinfetar junto com o colchão, e eu ainda fiquei com fama de viado depois que o davi te viu usando a calcinha da mocréia na minha sala! eu nunca mais peguei ninguém depois daquela vez, a gente deixou de ganhar uma grana com a mocréia levitadora e eu ainda tive que dar um vale-transporte pro bicho ir embora daqui de casa! e o pior, ela deve achar até hoje que eu brochei com ela, e não tu! tu brochou e eu levei a fama! e agora quer trazer uma sei-lá-o-quê que tu te apaixonou pro meu apê! sem noção, ô!'
'pô, cara... eu já disse que foi mal... dessa vez vai ser diferente...'
'é? tu vai trazer uma ariranha pra cá? é isso? desisitu de pegar mulher e partiu pros bestialismo?'
'quéisso, meu... não exagera... ela nem é feia... a maria é gatinha...'
'não.'
'pô, eu te deixo ficar uma semana com o playstation.'
'não.'
'tá, duas semanas, mais o tekken.'
'nada feito.'
'assim fica difícil.... um mês com o playstation, tekken, winning eleven, e ainda faço teus trabalho do semestre.'
'hmmm, tá. mas eu quero ver a mina.'
'e como eu faço isso?'
'simples. tu traz ela aqui, eu te deixo a chave e vou dar uma banda. depois tu liga pro celular do edinho que eu vou tar com ele num boteco, eu volto e tu me devolve a chave e leva a ariranha embora. rararararararararraarararararararrararara!'
'pô, não fala assim dela...'
'tá, desculpa. feito o carreto?'
'tá legal... daqui a pouco eu chego aí.'
'como assim daqui a pouco?'
'eu já tinha combinado tudo com ela. tava só espreando tu dar o pronto...'
'mas que puto! tá, tá. faz assim, já traz o play junto.'
'certo. eu só queria te fazer mais uma pergunta...'
'lá vem bronca. vai dizer que não tem camisinha?'
'não, isso eu tenho de monte. tu nem sabe, a mina tá numa fissura...'
'que que é, então?'
'eu ia perguntar se tu viu a levitadora outra vez depois daquilo...'
'vi, num circo, uns dia depois.'
'num circo?'
'é, ela tava trabalhando lá.'
'de levitadora?'
'não, ela era o gorila do número da conga.'
'sério?'
'arrã.'
'...'
'e aí?'
'nada... tava pensando no que tu falou agorinha... tu disse que não pegou mais mulher depois da vez da levitadora...'
'é, eu disse. e daí?'
'ué, como e daí? e a tal de lis que tu diz que pega direto?'
'ah, mas a lis eu só pego quando ela tá muito de trago. aí não vale'
'e o anel?'
'que anel?'
'o da lis, cara... já foi?'
'foi. três vez.'
'então ela tá muito apaixonada...'
'pode até ser, mas isso é só quando ela tá de trago. eu acho que se ela tá apaixonada, tá apaixonada por uma ceva. aliás, por um monte de ceva. tem que ver o que eu gasto pra pegar essa mina.'
'tá, tô indo aí.'
'não esquece o tekken.'
'podicrê...'
* * * * *
acordou com um ruído de cigarra ao longe, enquanto fugia de conga, a mulher gorila, que o perseguia levitando. olhou em volta, estava em seu sofá, ainda. na mesma posição, e com a mesma dor atrás dos olhos. interfone. era esse o ruído de cigarra que o salvara da conga. ainda bem. levantou-se, soltando um ai seco pela dor que sentia no corpo todo agora, cochilara desde que desligara o telefone, e imaginava se a conversa que tivera não fora um sonho. pensou em ligar pra lis. interfone.
'tá, tá, tá! já vai, porra.'
'e aí, meu?'
'sobe.'
terminou o copo de leite de um só gole, engolindo junto duas aspirinas e logo bebendo um pouco da sidra aberta na geladeira quase vazia. antes de atender à porta, ainda pegou uma fatia de presunto velho e ressecado, escurecido, que havia no plástico protetor mal fechado.
'ôpa...'
'ôpa. cadê a mina?'
'tá pagando o táxi. já vem. onde eu deixo o play?'
'ali, ó, do lado da tevê. táxi?'
'trouxe o tekken. é, táxi. ela não gosta de andar de ônibus...'
'parece a lis... tekken, massa. e a mina, é gostosa?'
'caralho! tem uns peitinho pequeno e durinho, não precisa sutiã nem vento... cabelo pretinho, pretinho, olhão castanho, um tesão!'
'parece a lis, até.'
'é mesmo?'
'arrã. a lis tá sempre de sainha curta, blusinha apertada, igual aquela mina que vem subindo as escada ali.'
'ah, aquela ali é a maria, a mulher da minha vida..'
'...'
'que foi? perplexo? gostosa ela, não? me dei bem...'
'caralho! aquela ali é a lis!'
'oi, tudo bom? maria elisa. peraí, tu não é o...'
'sou eu mesmo. que porra tu tá fazendo aqui? e a mina dele, cadê?'
'essa é a minha mina...'
'não! essa é a lis! a minha lis!'
'tua nada, palhaço. eu sou só minha.'
'putaqueteospariu! não pode ser! lis!'
'maria elisa.'
'por que tu não me disse que teu nome é maria elisa?'
'e tu peguntou, por acaso? tava sempre mais preocupado em me encher o rabo de cerveja pra tentar me comer.'
'como assim tentar? eu já te comi de tudo que foi jeito!'
'mas bem capaz! só se eu tivesse muito mamada!'
'mas tu tá sempre mamadaça quando eu te como!'
'ah, tá. vai querer me passar esse godô, agora? eu não ia pra cama contigo nem que fosse a gretchen!'
'ô, maria, não fala assim. minha mãe curte a gretchen...'
'azar o da tua mãe, seu bosta! o que que é isso? por acaso vocês dois tão de conchavo pra tentar me comer, é? é isso? e agora o que iam fazer, botar boa-noite-cinderela na minha bebida?'
'não é isso, lis.'
'maria elisa.'
'tá, que seja. não é isso. ele disse que tá apaixonado por ti. mas quem te pega sou eu! eu!'
'nunca! mentiroso!'
'ih, ele disse que tu até liberou o anel...'
'liberei o anel? como é? só mulher apaixonada libera o anel, todo mundo sabe disso! cachorro!' - tapa.
'peraí, foi três vez! e tu gostou!' - esfregando o rosto.
'ra! nojento!' - tapa. esquiva.
'maria, não fica assim. foi tudo mal-entendido...' - tentando segurar os braços dela.
'mal-entendido são vocês, de mulher! eu vou é embora. se quiserem, podem ficar se comendo aí à vontade, que comigo não tem jogo! vê se eu posso com isso!' - desvencilha-se.
'não faz assim, maria...'
'pô, lis, depois de tudo...'
'maria elisa! tchau pra vocês. e tu aí, tu me deve doze pila do táxi.'
'topa uma ceva na terça?'
'vão se fuder vocês! longe de mim!'
e desceu as escadas, a saia subindo a cada passo e ela ajeitando a cada três, furiosa. ficaram os dois ali, um com a mão no rosto, o outro, tão arrasado quanto, tirando os óculos pra deixar escorrer uma lágrima tímida. o silêncio voltou, quando o último degrau foi pisoteado pelo salto dela, lá embaixo.
'caralho, fudeu tudo...'
'nem me fala. ai, minha cabeça. que mão pesada. gozado que quando ela bate uma pra mim a mão não parece tão pesada.'
'...'
'não fica assim, cara. mina aparece, sempre. essa lis é uma chinela.'
'é, as que aparecem ou são levitadora ou liberam o anel pra ti quando tão de trago... merda de vida...'
'não fica assim. e agora é mulher gorila levitadora, não esquece.'
'tá, eu sei o que ela é... será que a maria vai me ligar de novo?'
'rarararararararararararararararararararararararararararararararararararararararararararararaa!'
'pô, não faz assim comigo, meu...'
'foi mal. não güentei. rerere.'
'...'
'foi mal, cara.'
'tá, tudo bem... que que a gente faz agora?'
'pois é. bom, eu tenho sidra e presunto na geladeira.'
'não gosto de presunto...'
'ah, é. esqueci.'
'...'
'sidra?'
'vamo...'
'tekken?'
'vamo! o eddie gordo é meu!'
'só deixa eu pegar mais umas aspirina antes.'
NONSENSE
Meu novo hobby, procurar nas milhares de fotos que já tirei, pois hoje em dia estou meio que sem câmera, algumas fotos e vídeos pra colocar com algum som..
Esse aí tá meio sem noção, mas enfim...
Buenas pessoal...ultimamente não ando muito
de escrever, tirar fotos etc...portanto vou
postar alguns poemas que escrevi
a um tempinho atrás...!!!
Aí vai o primeiro...
Fome de Viver
o fim não tem fim
pelo menos pra mim
que sobrevivo assim
tentando acreditar que sim
é diferente de não
sim...
não...
então...
me dá um pedaço desse pão
pra eu matar minha fome
de viver
pra eu chegar a entender
o que não pode ser...
Fabricio Dolci
TENHAM TODOS UMA ÓTIMA SEMANA!!!
de escrever, tirar fotos etc...portanto vou
postar alguns poemas que escrevi
a um tempinho atrás...!!!
Aí vai o primeiro...
Fome de Viver
o fim não tem fim
pelo menos pra mim
que sobrevivo assim
tentando acreditar que sim
é diferente de não
sim...
não...
então...
me dá um pedaço desse pão
pra eu matar minha fome
de viver
pra eu chegar a entender
o que não pode ser...
Fabricio Dolci
TENHAM TODOS UMA ÓTIMA SEMANA!!!
Privilégio 2.1
Aí vai um vídeo que fiz ontem...coloquei umas fotos
e vídeos que eu acho que tenham a ver com a "música"!!!
Esse som tem 18 minutos e é tudo de bom, mas só peguei
os 3 minutos iniciais...
Depois vou fazendo vídeos com outros trechos do som!!!
Espero que gostem...
e vídeos que eu acho que tenham a ver com a "música"!!!
Esse som tem 18 minutos e é tudo de bom, mas só peguei
os 3 minutos iniciais...
Depois vou fazendo vídeos com outros trechos do som!!!
Espero que gostem...
THE LOG LADY
"Sometimes nature plays tricks on us and we imagine we are
something other than what we truly are.
Is this a key to life in general? Or the case of the two-headed schizophrenic?
Both heads thought the other was following itself.
Finally,when one head wasn't looking, the other shot the other right
between the eyes, and, of course, killed himself."
Twin Peaks Episode 12 [09/03/93]
something other than what we truly are.
Is this a key to life in general? Or the case of the two-headed schizophrenic?
Both heads thought the other was following itself.
Finally,when one head wasn't looking, the other shot the other right
between the eyes, and, of course, killed himself."
Twin Peaks Episode 12 [09/03/93]
INFORMATIVO
Novo blog com vídeos e games novos todos os dias.
Só vai aparecer um post por vez, portanto para ver os outros é só ir no histórico.
CLIQUE AQUI PARA CONHECER
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